segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Poeminha presunçoso

Qualquer dia desses, quando acabar o expediente,
Desligarei o celular e ficarei pelo centro da cidade.
No Bar da Fava, o garçom me dirá que meu pai é cliente habitué e  me nomeará seu sucessor.
No Ponto de Cem Réis, o velho jornaleiro me dirá que, no Belo, Nininho foi o maior.
E, Na Praça Rio Branco,
A sombra fresca,
A cerveja gelada
E o choro antigo 
Enxugarão
Meu

Suor.